Ordem Crocodilia - crocodilos: 23 espécies
Ordem Rhynchocephalia - tuataras da Nova Zelândia): 2 espécies
Ordem Squamata - lagartos (como o camaleão e cobras): aproximadamente 7.600 espécies
Ordem Testudinata - (tartarugas): aproximadamente 300 espécies
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(2) Sauria ou Lacertilia é a sub-ordem de répteis escamados que inclui os animais vulgarmente designados por lagartos. O grupo caracteriza-se pela presença de quatro patas, o que o distingue da sub-ordem Serpentes, pálpebras nos olhos, e ouvidos externos. As famílias Anniellidae e Anguidae correspondem a répteis sem patas que parecem cobras mas que no entanto são lagartos tendo em conta a estrutura do esqueleto.
Os lagartos ocorrem em todos os continentes, excepto na Antártida, surgem em diversos tamanhos, desde alguns centímetros como alguns guecos até 3 metros como o dragão de Komodo. São geralmente carnívoros, alimentando-se de insectos ou pequenos mamíferos, mas também há lagartos omnívoros ou herbívoros, como as iguanas. O monstro de Gila, nativo do sul dos EUA, é a única espécie que é venenosa. Alguns tipos de lagarto são capazes de regenerar patas perdidas.
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(3) Os Artrópodes (Filo Arthropoda) são o maior grupo de animais existente no mundo e incluem os insetos, aracnídeos, crustáceos e outras formas semelhantes. Estão descritas cientificamente mais de um milhão de espécies de artrópodes (mais de 890 000 espécies apenas, segundo outros autores), ou seja, mais de 4/5 de todas as espécies existentes, desde formas microcópicas do plâncton, com menos de um quarto de milímetro, até animais de grandes dimensões. O nome vem do grego arthros, articulação e podos, pés, ou seja pés articulados, que os caracterizam.
Os artrópodes existem em todos os ambientes da terra: no mar, na água doce, no meio terrestre e no ar. Existem ainda muitas formas parasíticas e simbióticas. Há registos fósseis de artrópodes desde o período Cambriano.
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(4) Identificação - Corpo robusto e deprimido, membros longos e cauda relativamente curta. O comprimento rostro-anal varia de 25 mm a 100 mm e machos adultos são maiores que as fêmeas. O dorso apresenta um fundo marrom-escuro com diversos pontos negros e claros. O pescoço apresenta uma faixa transversal negra margeada posteriormente por uma faixa clara. O ventre é acinzentado e a garganta é negra. Machos adultos apresentam a face ventral da coxa e da cauda, baixo ventre e aba pré-anal de cor negra. Pode ser confundida com Tropidurus torquatus e T. oreadicus, das quais se distingue por possuir uma bolsa de ácaros profunda na região da virilha (ausente nas outras duas espécies) e pelo menor tamanho dos adultos.

- Distribuição geográfica - Esta espécie ocorre apenas no Brasil, nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
- Habitat - Áreas de cerrado pouco perturbadas, especialmente em áreas com abundância de rochas.
- Microhabitat - No chão, podendo ainda ser observado sobre rochas, cupinzeiros e troncos caídos. Ocasionalmente pode ser avistado na parte baixa do tronco de árvores.
- Dieta - A dieta consiste basicamente de partes vegetais e artrópodos, dentre os quais se destacam formigas, besouros, grilos e gafanhotos, larvas de insetos, cupins e percevejos.
- Reprodução - A reprodução é cíclica, ocorrendo quase que inteiramente durante a estação chuvosa. Cada fêmea pode depositar mais de uma ninhada durante o ano. As ninhadas variam de 1 a 8 ovos, sendo que a média é de 3.5 ± 1.4 (n= 40) ovos por ninhada. Os ovos são elípticos, medindo cerca de 15 x 8 mm. Os filhotes nascem com cerca de 25 mm de comprimento rostro-anal e atingem a maturidade sexual perto dos 55 mm, no seu primeiro ano de vida.
- Comportamento - É uma espécie diurna e heliófila, ativa nas horas mais quentes do dia (10:00 às 14:00) durante os meses frios, mas no início da manhã (8-10) e final da tarde (15-18) durante os meses mais quentes. A temperatura corporal média é de 34.1 ± 2.0. É uma espécie territorial, que passa a maior parte do tempo parada em um ponto elevado de seu território de onde localiza presas, se deslocando rapidamente para capturá-las. Quando notado, fica imóvel tentando se confundir com o ambiente ou corre rapidamente para buracos ou fendas de rocha.
http://www.unb.br/ib/zoo/grcolli/guia/titambere.htm
